Um dia vais perceber que há pessoas que não valem a pena.
Que te tiram o ar só para poderem respirar melhor.
Que te absorvem e não te deixam pensar por ti.
Que, de tão imaturas que são, deixaram de acreditar nelas mesmas.
Que só pioram o teu mundo.
Quando te aperceberes disso, vai ser tarde demais para não te magoares.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Anotação.
Nem sempre consigo fazer-te notar que me preocupo.
Nem sempre hei-de conseguir fazer-te sentir o meu amor.
Mas ele estará sempre por entre o vento.
Sussurrará nas folhas das árvores.
Ressoará nos vidros das janelas.
Ecoará no teu coração.
E isso é o que mais me importa.
Nem sempre hei-de conseguir fazer-te sentir o meu amor.
Mas ele estará sempre por entre o vento.
Sussurrará nas folhas das árvores.
Ressoará nos vidros das janelas.
Ecoará no teu coração.
E isso é o que mais me importa.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Contos de fadas
Tenho saudades de acreditar em sentimentos.
De acreditar que as mulheres podem ser princesas, que ainda existem príncipes encantados que chegam e mudam o nosso mundo.
Tenho saudades de acreditar nas pessoas.
De acreditar em como podem ser boas, como têm o poder de transformar o mundo com um sorriso ou uma mão no ombro.
Tenho saudades de acreditar que a vida, por breve instantes, pode ser um conto de fadas.
De acreditar que as mulheres podem ser princesas, que ainda existem príncipes encantados que chegam e mudam o nosso mundo.
Tenho saudades de acreditar nas pessoas.
De acreditar em como podem ser boas, como têm o poder de transformar o mundo com um sorriso ou uma mão no ombro.
Tenho saudades de acreditar que a vida, por breve instantes, pode ser um conto de fadas.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Apontamento
É verdadeiramente incrível como as músicas conseguem retratar os nossos estados de espírito, todos os dias.
Hoje fico-me por Rui Veloso e Mariza,
Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundada no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje eu não me recomendo.
Hoje fico-me por Rui Veloso e Mariza,
Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundada no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje eu não me recomendo.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pouco tempo
É incrível como cada vez há menos tempo para tudo.
E quem não quer descarrilar tem mesmo que acompanhar esta roda viva alucinante que se chama vida.
E quem não quer descarrilar tem mesmo que acompanhar esta roda viva alucinante que se chama vida.
sexta-feira, 5 de março de 2010
tenta ser
"Alguns ficarão impressionados, outros não saberão, nem se importarão, e muitos ficarão à espera que faças mais. Tenta ser paciente. Dá constantemente palmadinhas nas tuas costas por aquilo que fizeste, e continua a subir a montanha. Descobrirás, querido, como fazemos na vida, que nunca se está completamente lá, só quando o trabalho está realizado e podes descansar por instantes é que a vida proporciona outro desafio. Muitos são uma porcaria, alguns valem a pena, mas é assim que são as coisas. Tens de enfrentar os desafios e resolver os problemas. Descobriste ferramentas maravilhosas dentro de ti para o fazeres. Continua a usá-las, não pares, vai em frente!! Agora estás no caminho certo."
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
É do piorio!
Vamos nós descontraídos para um exame, com a consciência que até conseguimos passar apesar de não sabermos o suficiente da matéria para publicarmos livros ou coisa parecida. Sentamo-nos confortavelmente, às vezes com as mãos geladas do nervosismo (é certo!), e lá deixamos que a esferográfica (preta ou azul, não esquecer) se vá manifestando. Mas lá estão eles: os terríveis professores vigilantes que nos esbugalham os olhos sempre que tentamos mexer no cabelo ou olhamos em frente (porque olhar sempre para a folha não é tarefa fácil e dá dores de pescoço). E se nos rimos porque alguém está com soluços está o caldo entornado, pensam logo que há um complô de "copianço" ali no meio.
E logo eu, que detesto ser o centro das atenções, tenho que levar com eles (em cada exame!) a olharem para mim. É do piorio!
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